Campina Grande

A última Missa do ano de 2020 presidida por Dom Dulcênio Fontes de Matos

Na noite desta quinta-feira (31) foi realizada a última Missa do ano de 2020 na Catedral de Campina Grande, tendo como presidente da celebração o Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, concelebrada pelo Padre Luciano Guedes, que foram assistidos liturgicamente pelo Diácono Ricardo, com apoio no serviço sendo feito pelo Seminarista Tadeu Laurentino.

A boa presença dos fiéis na Catedral e dos que acompanharam pelas redes sociais gerou um clima de comunhão, o qual todos, junto ao Bispo, renderam graças a Deus pelo ano, embora tenha sido marcado pelo sofrimento e pela perda de muitas pessoas próximas. Contudo, o Bispo não deixou de agradecer a Deus por suas contínuas graças, ao tempo em que também rezou pelos familiares que perderam seus entes.

Em sua última homilia do ano, o Bispo discorreu sobre o dogma da maternidade divina, lembrando que Maria é verdadeiramente a Mãe de Deus:
“Proclamamos com fé este dogma Mariano, estes dias tão difíceis que nos assaltam, inclusive pela ameaçadora pandemia, penso no significado da maternidade espiritual de Maria sobre toda a humanidade. O Venerável Fulton Sheen, Bispo estadunidense dos meados do século passado, conceituará a maternidade de uma forma geral como “a imagem do Eterno no Tempo, a sombra do infinito no finito”.

Aprofundando sua pregação, Dom Dulcênio falou sobre a importância de nutrir a devoção Mariana buscando ser fiel a Jesus Cristo:

“Olhando para Maria-Mãe, queremos que ela nos alimente com as virtudes que habitaram o seu terno e casto coração, pois assim como uma mãe que, depois de nutrir o corpo do seu filho com a sua própria substância (o leite materno), alimenta o filho da substância do seu espírito como guardiã dos valores e protetora da moralidade, queremos ser salvaguardados por Maria dos males que afligem o nosso corpo e a nossa alma”.

Por fim, concluindo sua reflexão, explicou que em Nossa Senhora são encontrados quatro instintos que estão no coração humano:

“Nós amamos Maria e a ela nos confiamos. E quando procuramos as razões desse universal amor por Maria, encontramo-las nos quatro instintos profundamente ancorados no coração humano: o gosto do belo; a admiração pela pureza, o respeito que se tem por uma rainha e o amor que temos por nossa mãe. E isto se resume em Maria. […] As demais mulheres têm algumas dessas qualidades, mas não todas ao mesmo tempo”, findou.

O ano de 2020 entra para história do século XXI como o ano marcado pela pandemia do novo Coronavírus, com agravantes em todos os segmentos da sociedade. A Igreja não ficou de fora: na Diocese de Campina Grande decretos foram baixados, Igrejas foram fechadas e, com retorno das atividades, uma quantidade restrita de fiéis, com todos os cuidados impostos, voltaram a frequentar as celebrações. Contudo, a Diocese seguiu sua caminha trabalhando a temática fé, e desenvolvendo inúmeras iniciativas por meio de suas comissões, no campo da caridade, da comunicação e, de uma forma geral, buscou estar perto de seus fiéis.

Por: Ascom | Correção: Pedro Freitas
Fotos: Joaquim Urtiga

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